Moholy-Nagy tentou aclarar a relação entre pintura e a fotografia promovendo uma separação clara entre as duas formas de expressão. Enquanto considerava a pintura como forma de criação com cor, usava a fotografia para a observação e representação do fenômeno da luz. Para ele a fotografia não era sobretudo uma ferramenta auxiliar para intensificar a visão humana como acontecia frequentemente nos anos vinte, mas um novo meio artístico. Aplicou o termo escultura ou relevo fotográfico às suas montagens. Percebia-as como “ compostas de diferentes fotografias, um método para testar a ilustração simultânea.. Todavia, conseguem contar histórias ao mesmo tempo, concretas, mais fiéis a vida, do que a própria vida”.

Fotograma, 1924
(impressão a gelatina e brometo de prata)

Militarismo 1924 (Fotomontagem)

Uma galinha é uma galinha, 1925
(impressão a gelatina e brometo de prata)
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